Acordo, deixo minha cama quente (ou aquele colchão gostoso colocado na sala em frente à TV), deixo meu café, meu pedaço de chocotone, a minha alegria que tem nome e a minha identidade, somente um codinome.
Me despeço do surrealismo que me acompanhou o sono, visto a roupa mal passada, a carapuça amarrotada e a velha sordidez há muito ocultada.
A primeira hora é ruim, a última é a pior, volto pra casa descontente, me irrito facilmente, escovo meu dente e finjo ser inteligente.
Preciso das vozes infantis, daqueles gestos gentis, das minhas candies sutis.
Sunday, June 1, 2008
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3 comments:
Lidia
Obrigada pela visita ao Borboletras
Abraço
isso tudo pq falta pouco, ansiedade pelo pouco.
Estar perplexo dentre a nostalgia citada e a realidade presenciada. Levantar-me pela manhã e sentir ainda a presença do abraço, da respiração e da essência daquela que definitivamente, completa o vazio, o silêncio, a saudade, a vida e a alma de quem lhe escreve agora.
Sinto tua falta!
Amo-te!
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